http://novidadesdocanada.blogspot.com
Fica dica para quem tem intenção de viajar para lá. É bem bacana e útil.
Aliás, acho que deveria haver um desses para cada país no mundo ¬¬.
De qualquer forma, vou divulgar o da Austrália também.
http://novidadesdaaustralia.blogspot.com
19 Novembro, 2009
18 Novembro, 2009
EduAction
Já faz mais de um ano que venho tendo contato direto com pessoas de outros países falantes de outras línguas. Nesse tempo, o que aprendi através de diversas experiências é imensurável. Fiz intercâmbio, fui para uma cidade muito cosmopolita repleta de gente de tudo quanto é lugar, entrei para uma organização que recebe intercambistas, fiquei amiga de gente por todo o mundo, conheci pessoas que fizeram viagens para os lugares mais inusitados do planeta, conheço o processo de tirar visto para um grande número de países, conheço o processo aéreo, trabalho numa empresa especializada no meu país de intercâmbio e por fim, morei com uma estudante estrangeira.
Talvez, de fato, eu estaja me especializando numa área que, embora eu me interesse demais, não é no que pretendo trabalhar ou viver o resto da minha vida fazendo. Intercâmbio cultural - ou qualquer nome que queira dar à experiência no exterior - desde a parte técnica até o que concerne o emocional do ser humano, só tem a acrescentar em nossas vidas. Por isso, hoje resolvi postar sobre o projeto na qual a Maris, a estoniana que venho recebendo em minha casa por 4 meses, participou e que foi idealizado pela AIESEC, realizado em conjunto com o Instituto Gerdau.
Apenas em 2009, o EduAction, idealizado desde 2007, conseguiu ser efetivado. O projeto consiste, consistiu e consistirá na vinda de estudantes estrangeiros para Porto Alegre (e a partir de 2010, em todo o Brasil) para darem aulas em escolas públicas vinculadas ao Instituto Gerdau. O objetivo do projeto é fornecer para as crianças e jovens estudantes uma oportunidade de viver essa interculturalidade, permitindo que tenham essa experiência sem sair da sala de aula.
Foi quando vieram 4 trainees que assumiriam então a função de professores desses jovens. Bogdan, da Romênia, Luís, da Colômbia, Maris, da Estônia e Roma da Polônia, são os trainees que estão terminando hoje, sua jornada dentro do projeto. As aulas que eles deram variaram entre a diversidade cultural e responsabilidade social. Eram aulas que buscavam mostrar a eles um panorama de realidade diferente do que estavam acostumados, mostrar que eles tem oportunidade de crescer tanto profissionalmente quanto como pessoas.
Houveram diversos empecilhos durante esse semestre, a começar pelo atraso no início das aulas em função da gripe suína. Depois houveram as aulas de português, que nós, membros da AIESEC demos à eles. As aulas de português eram necessárias, porque eles não poderiam se comunicar em inglês com as crianças e jovens. Além disso, uma das três escolas não tinha muitos recursos, tampouco os professores se interessaram por dar apoio moral e logístico ao projeto.
Na realidade este último era o pior dos problema. Nessa escola, os professores se mostravam negligentes tanto para os trainees quanto para os estudantes no momento em que não os motivavam no que se tratava das aulas dos intercambistas. Mesmo assim, eles - sendo três deles europeus e nem um pouco acostumados com esse tipo de baixa qualidade na educação e menos ainda com a falta de respeito recíproca que pode existir numa sala de aula - se esforçaram muito, procurando manter todos focados e atentos, utilizando os recursos disponíveis na escola.
Empecilhos haviam muitos, mas se não houvessem, talvez a experiência deles não tivesse sido tão enriquecedora e completa. As crianças nunca deixaram de demonstrar gratidão e carinho aos estudantes estrangeiros, provando que as aulas foram efetivas e que realmente contribuíram para o seu crescimento. E esse crescimento foi mútuo. Se para as criança, ter professores de outros países agregou muito, para os intercambistas foi simplesmente um crescimento sem igual. Dar aulas em outra língua, num país diferente, e com todas as circuntâncias já citadas, eles atingiram seu objetivo e causaram um ipacto muito positivo nessas três escolas.
Nesses momentos fico feliz em fazer parte de uma organização como a AIESEC e espero continuar a acompanhar situações como essa. Eu, como host da estoniana, tive talvez uma visão mais de perto de todo o projeto, e isso, até mesmo para mim, me serviu de exemplo e me trouxe um crescimento tanto profissional quanto pessoal.
Para terminar, gostaria de dizer que a Maris foi embora esse domingo passado. Ela pode ter certeza que deixou saudade em toda a família, especialmente em mim.
Para conhecer mais sobre o Eduaction, recomendo que acessem esses dois links abaixo, onde foi publicada uma matéria no Correio do Povo, e uma entrevista com os trainees na TVE.
http://www.youtube.com/watch?v=2rhsHi-jGps
http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=115&Numero=2&Caderno=0&Noticia=35525
Talvez, de fato, eu estaja me especializando numa área que, embora eu me interesse demais, não é no que pretendo trabalhar ou viver o resto da minha vida fazendo. Intercâmbio cultural - ou qualquer nome que queira dar à experiência no exterior - desde a parte técnica até o que concerne o emocional do ser humano, só tem a acrescentar em nossas vidas. Por isso, hoje resolvi postar sobre o projeto na qual a Maris, a estoniana que venho recebendo em minha casa por 4 meses, participou e que foi idealizado pela AIESEC, realizado em conjunto com o Instituto Gerdau.
Apenas em 2009, o EduAction, idealizado desde 2007, conseguiu ser efetivado. O projeto consiste, consistiu e consistirá na vinda de estudantes estrangeiros para Porto Alegre (e a partir de 2010, em todo o Brasil) para darem aulas em escolas públicas vinculadas ao Instituto Gerdau. O objetivo do projeto é fornecer para as crianças e jovens estudantes uma oportunidade de viver essa interculturalidade, permitindo que tenham essa experiência sem sair da sala de aula.
Foi quando vieram 4 trainees que assumiriam então a função de professores desses jovens. Bogdan, da Romênia, Luís, da Colômbia, Maris, da Estônia e Roma da Polônia, são os trainees que estão terminando hoje, sua jornada dentro do projeto. As aulas que eles deram variaram entre a diversidade cultural e responsabilidade social. Eram aulas que buscavam mostrar a eles um panorama de realidade diferente do que estavam acostumados, mostrar que eles tem oportunidade de crescer tanto profissionalmente quanto como pessoas.
Houveram diversos empecilhos durante esse semestre, a começar pelo atraso no início das aulas em função da gripe suína. Depois houveram as aulas de português, que nós, membros da AIESEC demos à eles. As aulas de português eram necessárias, porque eles não poderiam se comunicar em inglês com as crianças e jovens. Além disso, uma das três escolas não tinha muitos recursos, tampouco os professores se interessaram por dar apoio moral e logístico ao projeto.
Na realidade este último era o pior dos problema. Nessa escola, os professores se mostravam negligentes tanto para os trainees quanto para os estudantes no momento em que não os motivavam no que se tratava das aulas dos intercambistas. Mesmo assim, eles - sendo três deles europeus e nem um pouco acostumados com esse tipo de baixa qualidade na educação e menos ainda com a falta de respeito recíproca que pode existir numa sala de aula - se esforçaram muito, procurando manter todos focados e atentos, utilizando os recursos disponíveis na escola.
Empecilhos haviam muitos, mas se não houvessem, talvez a experiência deles não tivesse sido tão enriquecedora e completa. As crianças nunca deixaram de demonstrar gratidão e carinho aos estudantes estrangeiros, provando que as aulas foram efetivas e que realmente contribuíram para o seu crescimento. E esse crescimento foi mútuo. Se para as criança, ter professores de outros países agregou muito, para os intercambistas foi simplesmente um crescimento sem igual. Dar aulas em outra língua, num país diferente, e com todas as circuntâncias já citadas, eles atingiram seu objetivo e causaram um ipacto muito positivo nessas três escolas.
Nesses momentos fico feliz em fazer parte de uma organização como a AIESEC e espero continuar a acompanhar situações como essa. Eu, como host da estoniana, tive talvez uma visão mais de perto de todo o projeto, e isso, até mesmo para mim, me serviu de exemplo e me trouxe um crescimento tanto profissional quanto pessoal.
Para terminar, gostaria de dizer que a Maris foi embora esse domingo passado. Ela pode ter certeza que deixou saudade em toda a família, especialmente em mim.
Para conhecer mais sobre o Eduaction, recomendo que acessem esses dois links abaixo, onde foi publicada uma matéria no Correio do Povo, e uma entrevista com os trainees na TVE.
http://www.youtube.com/watch?v=2rhsHi-jGps
http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=115&Numero=2&Caderno=0&Noticia=35525
13 Outubro, 2009
Um pouco mais sobre Santiago
Hoje, na volta do snowboard, eu e o Marcos ficamos matutando sobre possíveis slogans que Santiago poderia ter. Partindo de "Santiago, a cidade que urina", chegamos a resultados como "Santiago, a cidade que urina pra cima" ou "Santiago, a cidade que urina em si mesma. No caso de um slogan mais popular, para m público classe C, seria "Santiago, a capital do mijo".
Tá, vou parar de insistir nessa bobagem, mas o fato é que em diversos pontos da cidades (pra não dizer everywhere) pode-se sentir o cheiro agradável da urina dos outros. Atrativo não?
Bem, domingo, quando eu e o Marcos saímos durante o dia todo para conhecer um pouco mais do centro da cidade, conseguimos fazer uma série de coisas interessantes aqui pelo centro:
- A primeira constatação que eu fiz é que os chilenos aproveitam muito bem as praças que tem. Embora eles chamem as praças de parques, eu sei que são praças pelo tamanho e estrutura delas, menores (por volta de uma ou duas quadras) e com pracinhas. Durante a tarde de domingo, vimos como eles gostam de se deitar na grama e passar o dia todo lá. Desde velhos até crianças. É tudo bem cuidado, grama aparentemente limpinha e os monumentos não são pixados (não, porque em Porto Alegre parece que as pessoas tem necessidade de pixar tudo o que é público).
- O Mercado Central, onde eu e o Marcos almoçamos, é bem parecido com o Mercado Público de Poa, só que esse tem uns restaurantes bem típicos onde se pode provar um pouco da culinária chilena (peixes e mariscos). Também há lojas de souvenirs lá.
- A arquitetura dos prédios aqui é bem variada. Existem algumas construções que se percebe bem o traço espanhol e outras que eu não sei da onde vem. O legal é que os prédios históricos (todos, e não só alguns) são bem conservados e estão por todo o lugar aqui no centro da cidade.
- Tem lhamas no centro, e dá pra tirar foto com elas.
- Brasileiros que vieram aqui no feriado.
- Estrangeiros de tudo que é lugar do mundo nesse hostel. Eu conheci um francês, uns brasileiros, um inglês e também vi que tinha uns australianos, alemães e americanos.
- O nome do meu hostel é Hostal Forestal, bem conhecido aqui em Santiago (todos os taxis e transfers sabem onde fica esse hostel) e se localiza na rua Coronel Santiago Bueras, no bairro Providencia (um bairro bem bom, ao que se sabe, aqui na capital).
- Já falei que todo mundo aqui é alternativo? Sim, os jovens, pelo visto, não fazem nenhuma questão de parecer playboys ou usar roupas caras. Vi muitos punks, metaleiros, hippies e sei lá, muita gente de alargador, cabelo pintado e até umas correntes pinduradas nas calças. Reggaeton também é beeemmm popular aqui.
Ontem (seegunda) fomos snowboardear no Valle Nevado, que fica na cordilheira dos Andes, e foi muuuitooo afude. Vou colocar isso no próximo post.
Quanto a vida no hostel, é tudo bem normal. Temos o nosso quarto, já cozinhamos duas vezes na cozinha (eu trouxe miojos do Brasil), ficamos domingo de noite no salão de jogos, que é uma área comum, com um monte de gente e também tivemos que pagar para usar toalhas daqui, já que não trouxemos ¬¬.
Tá tudo muito afude, hoje resolvemos ficar por Santiago mesmo, e dar umas voltas para conhecermos um pouco mais da cidade.
Vou postar as fotos mais tarde.
Tá, vou parar de insistir nessa bobagem, mas o fato é que em diversos pontos da cidades (pra não dizer everywhere) pode-se sentir o cheiro agradável da urina dos outros. Atrativo não?
Bem, domingo, quando eu e o Marcos saímos durante o dia todo para conhecer um pouco mais do centro da cidade, conseguimos fazer uma série de coisas interessantes aqui pelo centro:
- A primeira constatação que eu fiz é que os chilenos aproveitam muito bem as praças que tem. Embora eles chamem as praças de parques, eu sei que são praças pelo tamanho e estrutura delas, menores (por volta de uma ou duas quadras) e com pracinhas. Durante a tarde de domingo, vimos como eles gostam de se deitar na grama e passar o dia todo lá. Desde velhos até crianças. É tudo bem cuidado, grama aparentemente limpinha e os monumentos não são pixados (não, porque em Porto Alegre parece que as pessoas tem necessidade de pixar tudo o que é público).
- O Mercado Central, onde eu e o Marcos almoçamos, é bem parecido com o Mercado Público de Poa, só que esse tem uns restaurantes bem típicos onde se pode provar um pouco da culinária chilena (peixes e mariscos). Também há lojas de souvenirs lá.
- A arquitetura dos prédios aqui é bem variada. Existem algumas construções que se percebe bem o traço espanhol e outras que eu não sei da onde vem. O legal é que os prédios históricos (todos, e não só alguns) são bem conservados e estão por todo o lugar aqui no centro da cidade.
- Tem lhamas no centro, e dá pra tirar foto com elas.
- Brasileiros que vieram aqui no feriado.
- Estrangeiros de tudo que é lugar do mundo nesse hostel. Eu conheci um francês, uns brasileiros, um inglês e também vi que tinha uns australianos, alemães e americanos.
- O nome do meu hostel é Hostal Forestal, bem conhecido aqui em Santiago (todos os taxis e transfers sabem onde fica esse hostel) e se localiza na rua Coronel Santiago Bueras, no bairro Providencia (um bairro bem bom, ao que se sabe, aqui na capital).
- Já falei que todo mundo aqui é alternativo? Sim, os jovens, pelo visto, não fazem nenhuma questão de parecer playboys ou usar roupas caras. Vi muitos punks, metaleiros, hippies e sei lá, muita gente de alargador, cabelo pintado e até umas correntes pinduradas nas calças. Reggaeton também é beeemmm popular aqui.
Ontem (seegunda) fomos snowboardear no Valle Nevado, que fica na cordilheira dos Andes, e foi muuuitooo afude. Vou colocar isso no próximo post.
Quanto a vida no hostel, é tudo bem normal. Temos o nosso quarto, já cozinhamos duas vezes na cozinha (eu trouxe miojos do Brasil), ficamos domingo de noite no salão de jogos, que é uma área comum, com um monte de gente e também tivemos que pagar para usar toalhas daqui, já que não trouxemos ¬¬.
Tá tudo muito afude, hoje resolvemos ficar por Santiago mesmo, e dar umas voltas para conhecermos um pouco mais da cidade.
Vou postar as fotos mais tarde.
12 Outubro, 2009
Primeiro dia em Santiago
Já estou aqui no albergue e até então tudo foi ótimo. Quando falo ótimo quero dizer que tudo ocorreu bem e que foi de acordo com as minhas expectativa, ou seja, bem legal, bonito e um friozinho seco que eu gosto muito.
Antes de falar especificamente sobre Santiago, vou descrever a nossa viagem até aqui.
Os vôos foram tranquilos e rápidos, tanto de Poa até São Paulo quanto de São Paulo até Santiago, foram vôos muito agradáveis. Acho que nada melhor do que viajar com uma boa companhia, afinal de contas. Entrei nuns tetos de começar a gritar no vôo "Ae gurizada, é agora que o avião explode!!" só para assustar as pessoas haha. O Marcos também queria fazer isso, então ficamos rindo por horas das pessoas que tinham medo de avião :P.
Em São Paulo, chegamos por volta das 14:30 e permanecemos lá até 19:20. Foi tenso. Muito tempo sem fazer nada útil. Assistimos Stallone Cobra num dos notebooks (sim, nós dois trouxemos notes) e ficamos olhando os produtos no Duty Free. Durante o vôo para Santiago, conhecemos um carinha que sentou do nosso lado que ficou rindo das nossas piadas, além disso, dormimos um pouco (um tanto quanto necessário, lembrando que fomos no Beco na sexta-feira antes de pegarmos o vôo).
Pegamos um transfer e chegamos aqui no hostel (sábado, pela meia noite). Tudo muito bom: quarto com cama de casal com banheiro particular, como reservamos. Enfim, chegamos, tomamos um banho, e fomos dar umas voltas a pé para conferir a noite de Santiago. Tenso (de novo). Estavam todos bêbados em função da vitória do Chile em cima da Colômbia em busca de uma vaga para a copa.
Fomos para um lugar que se parece muito com a Lima e Silva de Porto Alegre, só que muito, mas muito, mais alternativa e true. O que eu quero dizer é que as pessoas menos alternativas dessa cidade seriam as que vão para o Beco em Porto Alegre. All stares e Adidas são os tênis que mais se vêm por aqui, e punks usando jacos e bandanas na cabeça não são incomuns. Eu diria que é uma alternatividade muito mais para o lado punk/hardcore do que para indie rock (ou English pop rock), pela forma como as pessoas se vestem.
Essa rua, chamada Pio Nono no bairro Constituicion, estava lotada de pessoas que ainda gritava, nacionalisticamente, pelo nome da sua pátria, o que me fez sentir muito deslocada. O pior de tudo é que estava escrito (não sei como) na minha testa que eu era estrangeira, embora eu achasse que todos eles passariam despercebidos entre os brasileiros. Porém, tirando esses fatos, acredito que numa noite normal, seria tudo muito legal, afinal era uma rua bem cheia de gente, repleta de pubs, bares, lancherias e clubs, com musicas variadas entre rock e latino. Obviamente, se eu tivesse entrado em algum, teria dado proridade ao clubs que tocavam salsa ou reggaeton, porque eu acho bem legal me incluir na cultura deles.
Voltamos para o hostel e fomos dormir. Durante o fim de semana, o café acontece entre 9h e 11h da manhã, e nós, acordamos 10:30. Por azar, o horário de verão do Chile começou ontem, por essa razão acabamos perdendo o café da manhã e agora o horário desse país é o mesmo do Brasil (ai que sem graça).
Devo postar sobre o dia de hoje amanhã, provavelmente. Conheci as redondezas e caminhei bastante com o Marcos, vimos e experimentamos uma série de coisas e também tiramos um milhão de fotos (sim porque ontem de noite eu não tive coragem de tirar a câmera do bolso para não parecer muito turista... não no meio desse sentimento nacionalista que os chilenos estavam vivendo :P).
De qualquer forma, estamos aqui no hostel agora, tudo bem, fresquinho e seco, com amigos (frnacês, inglês e brasileiros) e vamos snowboardear amanhã no Valle Nevado.
Postarei fotos quando conveniente.
PS: O espanhol tem sido um probleminha, mas a gente se vira.
Antes de falar especificamente sobre Santiago, vou descrever a nossa viagem até aqui.
Os vôos foram tranquilos e rápidos, tanto de Poa até São Paulo quanto de São Paulo até Santiago, foram vôos muito agradáveis. Acho que nada melhor do que viajar com uma boa companhia, afinal de contas. Entrei nuns tetos de começar a gritar no vôo "Ae gurizada, é agora que o avião explode!!" só para assustar as pessoas haha. O Marcos também queria fazer isso, então ficamos rindo por horas das pessoas que tinham medo de avião :P.
Em São Paulo, chegamos por volta das 14:30 e permanecemos lá até 19:20. Foi tenso. Muito tempo sem fazer nada útil. Assistimos Stallone Cobra num dos notebooks (sim, nós dois trouxemos notes) e ficamos olhando os produtos no Duty Free. Durante o vôo para Santiago, conhecemos um carinha que sentou do nosso lado que ficou rindo das nossas piadas, além disso, dormimos um pouco (um tanto quanto necessário, lembrando que fomos no Beco na sexta-feira antes de pegarmos o vôo).
Pegamos um transfer e chegamos aqui no hostel (sábado, pela meia noite). Tudo muito bom: quarto com cama de casal com banheiro particular, como reservamos. Enfim, chegamos, tomamos um banho, e fomos dar umas voltas a pé para conferir a noite de Santiago. Tenso (de novo). Estavam todos bêbados em função da vitória do Chile em cima da Colômbia em busca de uma vaga para a copa.
Fomos para um lugar que se parece muito com a Lima e Silva de Porto Alegre, só que muito, mas muito, mais alternativa e true. O que eu quero dizer é que as pessoas menos alternativas dessa cidade seriam as que vão para o Beco em Porto Alegre. All stares e Adidas são os tênis que mais se vêm por aqui, e punks usando jacos e bandanas na cabeça não são incomuns. Eu diria que é uma alternatividade muito mais para o lado punk/hardcore do que para indie rock (ou English pop rock), pela forma como as pessoas se vestem.
Essa rua, chamada Pio Nono no bairro Constituicion, estava lotada de pessoas que ainda gritava, nacionalisticamente, pelo nome da sua pátria, o que me fez sentir muito deslocada. O pior de tudo é que estava escrito (não sei como) na minha testa que eu era estrangeira, embora eu achasse que todos eles passariam despercebidos entre os brasileiros. Porém, tirando esses fatos, acredito que numa noite normal, seria tudo muito legal, afinal era uma rua bem cheia de gente, repleta de pubs, bares, lancherias e clubs, com musicas variadas entre rock e latino. Obviamente, se eu tivesse entrado em algum, teria dado proridade ao clubs que tocavam salsa ou reggaeton, porque eu acho bem legal me incluir na cultura deles.
Voltamos para o hostel e fomos dormir. Durante o fim de semana, o café acontece entre 9h e 11h da manhã, e nós, acordamos 10:30. Por azar, o horário de verão do Chile começou ontem, por essa razão acabamos perdendo o café da manhã e agora o horário desse país é o mesmo do Brasil (ai que sem graça).
Devo postar sobre o dia de hoje amanhã, provavelmente. Conheci as redondezas e caminhei bastante com o Marcos, vimos e experimentamos uma série de coisas e também tiramos um milhão de fotos (sim porque ontem de noite eu não tive coragem de tirar a câmera do bolso para não parecer muito turista... não no meio desse sentimento nacionalista que os chilenos estavam vivendo :P).
De qualquer forma, estamos aqui no hostel agora, tudo bem, fresquinho e seco, com amigos (frnacês, inglês e brasileiros) e vamos snowboardear amanhã no Valle Nevado.
Postarei fotos quando conveniente.
PS: O espanhol tem sido um probleminha, mas a gente se vira.
09 Setembro, 2009
O que um Relações Públicas faz?
Nesse fim de semana, viajei para o interior. A cidade não era tão pequena e era bem moderna, mas ainda se notava alguns traços de "tradição" ou até "conservadorismo" por parte das pessoas. Digo isso porque a maioria dos jovens da minha idade (ou mais novos) que conheci lá, cursavam OU medicina OU direito. Sei lá, não acho errado nem nada, muito pelo contrário... mas não é possível que todos eles tenham vocação para somente as duas profissões, não é? Bem, além disso, muitos me perguntaram, em mais de uma ocasião: O que um relações públicas faz?
Não me surpreendeu nem um pouco esse tipo de pergunta, visto que muitos dos meus colegas da Comunicação Social, bem como alguns PROFESSORES, não tem muita certeza do que é e o que faz um relações públicas. Como ainda me atrapalho um pouco para dar essa resposta - e isso acontece porque as atividades são muitas e eu não consigo pensar numa que venha em primeiro lugar - resolvi catar um parágrafo do Wikipédia e também procurar alguns sites e exemplos práticos de Assessorias de Comunicação e afins.
O parágrafo abaixo dá um conceito rápido e de fácil entendimento. Ao mesmo tempo, parece um pouco teórico e soa como superficial, por isso trouxe também exemplos.
O profissional de Relações Públicas planeja, executa e avalia as políticas de relacionamento da instituição, de maneira ética e estratégica, com todos os segmentos sociais, dando suporte para que ela se adapte num ambiente de constante transformação. Em resumo é um profissional que trabalha com Comunicação Estratégica e Mediada.
O site da assessoria de comunicação Maquina Comunicação Corporativa Integrada nos mostra na prática mesmo uma série de atividades que um profissional de Relações Públicas pode executar. A empresa é grande e é repleto por profissionais de outras áreas, tanto da comunicação quanto de áreas diferentes, por isso escolhi o site dessa empresa. Passando o mouse pelo link "Produtos e serviços", fica fácil de ver as áreas de atuação do RP e também que atividades específicas ele executa.
Abaixo, um quadro elaborado pela autora Margarida Kunsch, onde estão incluídas as áreas da comunicação organizacional em que os relações públicas, juntamente com outros profissionais na parte de assessoria, vão atuar:
Por fim, um parágrafo escrito por Milene Gonçalves, que simplifica tudo o que foi falado antes:
O Relações Públicas é o profissional administrador da comunicação em toda a sua amplitude. Coordenador de toda e qualquer ação que envolva a comunicação direta e indireta, principalmente institucional, visando criar e manter a imagem pública da organização... Faz comunicação estratégica, planejamento de comunicação.
Devo, com o tempo e se me der vontade, trazer alguns exemplos de casos reais sobre empresas que, com o devido planejamento, conseguiram passar batidas por grandes crises. Então era isso.
Não me surpreendeu nem um pouco esse tipo de pergunta, visto que muitos dos meus colegas da Comunicação Social, bem como alguns PROFESSORES, não tem muita certeza do que é e o que faz um relações públicas. Como ainda me atrapalho um pouco para dar essa resposta - e isso acontece porque as atividades são muitas e eu não consigo pensar numa que venha em primeiro lugar - resolvi catar um parágrafo do Wikipédia e também procurar alguns sites e exemplos práticos de Assessorias de Comunicação e afins.
O parágrafo abaixo dá um conceito rápido e de fácil entendimento. Ao mesmo tempo, parece um pouco teórico e soa como superficial, por isso trouxe também exemplos.
O profissional de Relações Públicas planeja, executa e avalia as políticas de relacionamento da instituição, de maneira ética e estratégica, com todos os segmentos sociais, dando suporte para que ela se adapte num ambiente de constante transformação. Em resumo é um profissional que trabalha com Comunicação Estratégica e Mediada.
O site da assessoria de comunicação Maquina Comunicação Corporativa Integrada nos mostra na prática mesmo uma série de atividades que um profissional de Relações Públicas pode executar. A empresa é grande e é repleto por profissionais de outras áreas, tanto da comunicação quanto de áreas diferentes, por isso escolhi o site dessa empresa. Passando o mouse pelo link "Produtos e serviços", fica fácil de ver as áreas de atuação do RP e também que atividades específicas ele executa.
Abaixo, um quadro elaborado pela autora Margarida Kunsch, onde estão incluídas as áreas da comunicação organizacional em que os relações públicas, juntamente com outros profissionais na parte de assessoria, vão atuar:
Por fim, um parágrafo escrito por Milene Gonçalves, que simplifica tudo o que foi falado antes:
O Relações Públicas é o profissional administrador da comunicação em toda a sua amplitude. Coordenador de toda e qualquer ação que envolva a comunicação direta e indireta, principalmente institucional, visando criar e manter a imagem pública da organização... Faz comunicação estratégica, planejamento de comunicação.
Devo, com o tempo e se me der vontade, trazer alguns exemplos de casos reais sobre empresas que, com o devido planejamento, conseguiram passar batidas por grandes crises. Então era isso.
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01 Setembro, 2009
Blogs Corporativos
Devido à faculdade, não tenho postado muito. Mas, antes da minha resenha sobre Comunicação na web, que devo postar aqui essa semana (está pronta, só quero corrigí-la antes), gostaria de trazer uns vídeos que acho interessante sobre o assunto, já para ir introduzindo o assunto...
Enfim, o vídeo que trago hoje é sobre Blogs Corporativos, com uma entrevista feita com Fábio Cipriani, autor do livre "Blog Corporativo".
Eu comprei esse livro, agora no meu aniversário (que foi ontem!!), pois tenho interesse em me aprofundar mais sobre o assunto, já que tem tudo a ver com Relações Públicas :D:D hehe.
[Atualizado]
Trago mais um vídeo sobre blog corporativo, onde os blogueiros são funcionários da Intel, empresa que utiliza esse recurso para manter os clientes e leitores próximos dos funcionários, criando assim uma relação informal com os eles.
Enfim, o vídeo que trago hoje é sobre Blogs Corporativos, com uma entrevista feita com Fábio Cipriani, autor do livre "Blog Corporativo".
Eu comprei esse livro, agora no meu aniversário (que foi ontem!!), pois tenho interesse em me aprofundar mais sobre o assunto, já que tem tudo a ver com Relações Públicas :D:D hehe.
[Atualizado]
Trago mais um vídeo sobre blog corporativo, onde os blogueiros são funcionários da Intel, empresa que utiliza esse recurso para manter os clientes e leitores próximos dos funcionários, criando assim uma relação informal com os eles.
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26 Agosto, 2009
Microsoft pede desculpas por trocar cabeça de negro em foto na Polônia

Veja a foto que a Microsoft publicou as duas fotos acima nos sites dos Estados Unidos e da Polônia, respectivamente. No site polonês, a cabeça do homem negro foi trocada pela de um homem branco, porém mantendo a mão intocada. Após a descoberta da gafe, a gigante pediu desculpas aos poloneses e afirmou que está investigando quem foi o responsável pela montagem.
Além de um negro na foto original, existe também um asiático e uma mulher branca, evidenciando a intenção da Microsoft de mostrar uma corporação multiétnica. No caso da Polônia, alguns blogs vem afirmando que, como não há negros lá (quase somente imigrantes), haveria maior necessidade de aparecerem brancos na peça.
Fonte: G1
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